Presidente húngaro convoca eleições legislativas para 12 de abril
- 13/01/2026
Numa mensagem publicada na rede social Facebook, o líder húngaro afirmou que "um dos pilares fundamentais da democracia é o direito à livre escolha".
"Encorajo todos a exercerem este direito", disse Sulyok sobre as eleições que, de acordo com as últimas sondagens, podem colocar fim a 16 anos de governo do partido populista conservador Fidesz, entregando o poder ao partido da oposição Tisza [Respeito e Liberdade].
O partido da oposição, que integra o Partido Popular Europeu (PPE), é liderado por Peter Magyar, antigo membro do Fidesz e ex-marido de Judit Varga, que serviu durante anos como ministra da Justiça no Governo de Orbán.
O partido de Magyar lidera claramente as sondagens com uma vantagem de cinco a oito pontos percentuais sobre o Fidesz há mais de um ano. No entanto, os analistas locais recomendam cautela na interpretação destas previsões.
A mais recente sondagem, publicada pelo Instituto Idea, prevê uma vitória do Tisza com 47% dos votos, contra 39% para o Fidesz.
Contudo, o sistema eleitoral húngaro, no qual 106 das 199 cadeiras são eleitas diretamente e 93 proporcionalmente por meio de listas nacionais, foi reformado nos últimos anos, supostamente para beneficiar o Fidesz, segundo críticos.
Orbán governa com uma maioria de dois terços no Parlamento, depois de ter vencido quatro eleições consecutivas desde 2010. Nas eleições mais recentes, em 2022, o Fidesz, juntamente com um parceiro minoritário de extrema-direita, conquistou mais de 54% dos votos, garantindo 135 dos 199 lugares no Parlamento.
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