Starmer rejeita retaliar a tarifas dos EUA e prefere "discussão calma"

  • 19/01/2026

"Uma guerra comercial não é do interesse de ninguém e a minha função é sempre agir no interesse nacional do Reino Unido", afirmou.

 

Segundo Starmer, "a maneira correta de abordar uma questão desta gravidade é através de uma discussão calma entre aliados e, sejamos claros, a segurança da Gronelândia é importante", afirmou, numa conferência de imprensa convocada de emergência esta manhã. 

Starmer vincou que o Reino Unido e os EUA são "aliados próximos" e que "essa relação é profundamente importante, não só para a nossa segurança, mas também para a prosperidade e estabilidade" dos britânicos.

"Sob a presidência de Trump, assim como sob as presidências anteriores, estamos determinados a manter essa relação forte, construtiva e focada em resultados. E essa abordagem tem resultado", argumentou.

Keir Starmer criticou a aplicação de tarifas porque as alianças devem ser "construídas com base no respeito e na parceria, não na pressão". 

"Não é a forma correta de resolver divergências dentro de uma aliança", salientou.

O primeiro-ministro britânico referiu que, "no mundo de hoje, a geopolítica não é algo que acontece noutro lugar", mas tem impacto no custo da energia, comida e economia.

A conferência de imprensa inesperada a partir de Downing Street, residência oficial do chefe de governo, teve lugar após uma conversa telefónica na véspera, na qual Starmer disse ao presidente Trump que as tarifas que ele planeia impor aos aliados da NATO que se opõem à aquisição americana da Gronelândia são "erradas". 

Trump anunciou no sábado tarifas aduaneiras de 10% sobre os países que participaram num exercício de treino da NATO na Gronelândia na semana passada.

Numa declaração conjunta, o Reino Unido e outros países europeus alertaram no domingo que essas tarifas "prejudicariam as relações transatlânticas e arriscariam uma perigosa espiral descendente". 

O Reino Unido tem reiterado que Gronelândia e Dinamarca devem decidir o futuro da região autónoma dinamarquesa sem pressão, e que a segurança naquele território "é uma prioridade para todos os aliados da NATO, a fim de proteger os interesses euro-atlânticos".  

O presidente dos EUA disse que as novas tarifas entrariam em vigor a 01 de fevereiro e que estas aumentariam para 25% em junho. 

[Notícia atualizada às 10h44]

Leia Também: Gronelândia? Starmer considera ameaças de Trump "completamente erradas"

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com/mundo/2922028/starmer-rejeita-retaliar-a-tarifas-dos-eua-e-prefere-discussao-calma#utm_source=rss-mundo&utm_medium=rss&utm_campaign=rssfeed


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