Autoridades iranianas anunciam: "Prego no caixão do terrorismo"
- 16/01/2026
"Pela graça de Alá (deus) e pela consciência da população, foi cravado o último prego no caixão do terrorismo", disse o chefe de polícia Ahmadreza Radan, elogiando as manifestações pró-governo do regime da República Islâmica, segunda-feira, as quais terão dado "novo fôlego às forças no terreno", consistindo no "segredo desta vitória".
A mesma fonte frisou que a noite de quinta-feira foi marcada por "calma e segurança sem precedentes", destacando a inexistência de protestos ou manifestações, após o governo informar que a situação estava sob controlo, conforme noticiado pela rede de televisão iraniana Press TV.
As autoridades anunciaram, entretanto, a prisão de suspeitos de pertencerem a "células terroristas", em operações realizadas em diversas partes do país, nas quais também foram apreendidas armas.
O ministro da Defesa iraniano, Aziz Nasirzadeh, revelou também que há "informações precisas" que indiciam que os Estados Unidos da América (EUA), Israel e outros países instigaram os protestos e forneceram armas e apoio financeiro a "separatistas e terroristas".
O Irão alegou que as manifestações se tornaram violentas para dar ao presidente dos EUA, Donald Trump, uma "desculpa" para uma intervenção militar, defendendo um diálogo com Washington para resolver o problema, ao mesmo tempo que afirmou que o país estava "preparado" para um conflito armado.
Israel lançou uma ofensiva militar contra o Irão, que durou 12 dias, em junho de 2025 -, com a participação dos EUA, que bombardearam três instalações nucleares - desencadeando um conflito de doze dias
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